Brasil venceu o Global Beer Champions
Torneio de futebol promovido pela Anheuser Busch Inbev, formado por times de seis consumidores de 11 países, reúne 500 convidados em Pretoria, na África do Sul
A apreensão relativa ao jogo desta sexta-feira, dia 2, entre Brasil e Holanda pelas quartas-de-final, teve um refresco nesta quinta-feira, 1º de julho, em Pretória, a capital jurídica da África do Sul e uma das nove cidades sede da Copa do Mundo da Fifa.
A Anheuser Busch Inbev, corporação que controla as marcas Budweiser e Brahma entre muitas, realizou um torneio de futebol de seis no estádio da cidade Loftus Versfeld entre onze seleções como parte de sua ativação para o patrocínio à Copa do Mundo. O time representado pelo Brasil, que teve como padrinho Cafu, o capitão do título de 2002, se consagrou campeão após vencer cinco jogos ao longo do dia, em dois tempos de dez minutos. O Brasil jogou contra o Chile (1 a 0), Alemanha (7 a 0), Inglaterra (9 a 0), Argentina (4 a 1) e fez a final contra o Vietnã, atual campeão, levando o troféu após um difícil 2 a 1.
Mais de 500 convidados das cervejarias do grupo estiveram no estádio durante o dia com direito a todo o luxo de um hospitality Center e atividades como torneios de chutes mais velozes e embaixadas. Como parte da ação da Brahma, cuja a conta de marketing esportivo é atendida pela Octagon, Cafu criou uma conta no Twitter para contar os bastidores do torneio: twitter.com/cafuguerreiro.
Os jogadores que participaram do torneio foram selecionados nos campeonatos que cada país promove entre seus consumidores. Antes do torneio, todos tiveram tratamento VIP com direito a city tour em Johanesburgo, safári em parque privado, e camarotes VIP no Ellis Park no jogo Brasil 3 x Chile; e no próprio estádio de Pretória, na sofrida vitória paraguaia nos pênaltis contra o Japão. Equipes das TV Bandeirantes, SBT e Rede TV acompanharam o torneio.
Na Copa do Mundo, as demais ações que ativam o patrocínio são placas nos estádios com suas principais marcas (Budweiser, Brahma, a alemã Hasseröder e a chinesa Harbin). Ao final dos jogos, o Mano of the Match (melhor em campo escolhido pelo site da Fifa) também aparece como um oferecimento da Budweiser. A marca americana, única cerveja vendida nos estádios durante a Copa, também patrocina um reality show, o Bud United, com representantes de cada uma das 32 seleções que vieram à Copa.
Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Brasil_vence_Global_Beer_Champions
sexta-feira, 2 de julho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Tabela Periódica da Cerveja

Vale a pena compartilhar essa tabela periódica que possui informações sobre o teor alcoólico, amargor, densidade dos diferentes estilos de cerveja...
Finalmente a química vai ficar mais fácil de ser estudada!
Para abrir a imagem em um tamanho maior, acesse o link:
http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2009/09/178_2921-periodic-table.pdf
segunda-feira, 1 de março de 2010
Femsa lança cinco cervejas internacionais no Brasil
A Femsa Cerveja Brasil lança no mercado brasileiro cinco cervejas européias, que integram o portfólio internacional da Heineken. A partir de agora, os consumidores podem encontrar por aqui a Amstel Pulse, da Holanda; a Birra Moretti, da Itália; a Edelweiss, da Áustria; a Murphy’s Irish Stout e a Murphy’s Irish Red, ambas da Irlanda. As bebidas serão comercializadas em hipermercados, empórios, restaurantes, bares e casas noturnas, além de cantinas italianas, casas alemãs e pubs.
Grupo Petrópolis patrocina GT Brasil, Stock Car e Fórmula Truck
O Grupo Petrópolis patrocinará as competições GT Brasil, Stock Car e Fórmula Truck. Além das corridas, o grupo também investe em 19 pilotos. A empresa quer ampliar a participação no automobilismo brasileiro e incentivar o consumo responsável de bebida alcoólica por meio do esporte. As marcas Itaipava, Crystal e TNT foram escolhidas para representar o nome da empresa nas competições.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Estas cervejas agradam tanto quanto custam?
Você decide - Como não existe certo ou errado numa degustação, sugerimos que repita a prova e tire suas conclusões
Vindas de um mercado efervescente da Europa, chegam ao Brasil as primeiras cervejas artesanais italianas, da Duan, nas versões Bianca, witbier, e Ambrata, belgian ale. Mas a expectativa pela "descoberta" esbarra na etiqueta: cada garrafa de 750 ml sai por R$ 85, preço alto no mercado local, embora longe dos R$ 200 da belga Deus.
Por vezes injusta, a comparação é inevitável: "Encanta quanto custa?". No caso da Duan, estão um pouco distantes do "sim". A Bianca é adocicada em excesso, "pesada", e mostra pouco dos aromas e sabores cítricos e condimentados de uma witbier. A Ambrata é mais promissora, mas fica abaixo de outras belgian ales. Porém, não são o único caso de descompasso entre preço e cerveja.
Como as duas cervejas são de influência belga, com os mesmos R$ 85 talvez fosse melhor arriscar a volta às "raízes" com a Chimay Grand Reserve, strong ale de notas licorosas e frutadas, cuja garrafa de 750 ml custa R$ 55; uma Tripel Karmeliet, com bons aromas cítricos, a cerca de R$ 20; e a witbier "básica" Hoegaarden, que custa em média R$ 6. E sobra troco.
Fabrizio Grasso, da Beers on the Table (tel. 3571-6430), que traz as Duans, as defende. "O preço não é dos melhores, mas temos recebido elogios. E tem cervejas brasileiras que também custam R$ 80. Há ainda taxas de importação e impostos locais", afirma. "E a produção da Duan é limitada: 800 caixas ao mês, 300 delas para o Brasil."
ESPUMA NAS ALTURAS
A terceira morte em menos de um século levou Thomas Hardy às alturas. Ao menos em termos financeiros: criada em 1928 pelos 40 anos da morte do escritor inglês, teve a produção interrompida em 1999, foi retomada em 2003, mas em 2009 houve o terceiro "passamento". No Brasil, a notícia fúnebre da fermentada fez o preço da garrafa de 330 ml saltar de R$ 28 a R$ 42, na importadora Casa da Cerveja (tel. 2538-5136). "Virou preciosidade, pode ser guardada por 25 anos e restam poucas", diz a sócia Cássia Crescenti.
A cerveja ajuda: tem aromas e sabores de frutas secas e licorosidade. Mas é possível trocá-la, sem remorsos, pela strong ale Fuller’s Vintage.
Outro dilema cervejeiro é Samuel Adams Utopias, de 25% de teor alcoólico, fermentada com leveduras de champanhe e maturada em barris de uísque, conhaque e brandy. A dose de 50 ml custa nada módicos R$ 75 no Melograno, em São Paulo. "É rara, esgota ao sair da fábrica e o preço (US$ 100 a garrafa de 750 ml) duplica de cara nos EUA", diz Eduardo Passarelli, do Melograno (tel. 3031-2921). Para atormentar o degustador, a cerveja é boa, com notas de frutas secas, madeira e licorosidade. A Eisenbahn Bierlikor, licor de 30,5% e notas de café e baunilha, a partir R$ 23, não é o mesmo estilo de cerveja, mas é "plano B".
Nós viemos aqui para beber ou para nos informar?
Como o contrarrótulo da bebida pode jogar a seu favor, evitando surpresas como datas duplas de validade
Está valendo? - Siga a dica da mamãe: olhe a data. Foto: Alex Silva/AE
Nos anos 70, Adoniran Barbosa gravou comercial da Antarctica em que visitava a fábrica e ouvia de um mestre cervejeiro explicações sobre como é feita a cerveja. Já impaciente, lançava o famoso bordão: "Nós viemos aqui para beber ou para conversar?" Que me perdoe o finado compositor, mas a informação sobre a cerveja que chega ao nosso copo se torna a cada dia mais essencial.
Como ninguém tem mestre cervejeiro à disposição, uma boa fonte de informações é o contrarrótulo da garrafa (ou a lateral da latinha). Lá, o degustador deve encontrar o teor alcoólico e os ingredientes da cerveja - e saber, por exemplo, se ela é puro malte ou não. Mas há produtores que vão além e contam um pouco da história do estilo, ou como é feita a bebida.
Às vezes, um único dado na etiqueta pode causar problemas. Em 2009, a Diageo recolheu no Brasil um lote da cerveja Harp porque o contrarrótulo não trazia a obrigatória inscrição: "Não contém glúten".
A substância - e sua limitação extrema na cerveja, condição para que possa ser consumida por celíacos -, aliás, era o tema inicial desta reportagem, com a chegada ao País de oito variedades da Green’s. A marca informa ter limites de glúten dentro dos padrões internacionais para consumo por celíacos.
A princípio, foram degustadas quatro delas: a Herald, uma bitter; a Mission, uma amber; a Pathfinder, uma dubbel, e a Quest, uma tripel. Ao notar sinais de oxidação metálica em pelo menos duas delas - Herald e Pathfinder - consultei o contra-rótulo atrás de mais informações. Eis a surpresa: sobre a data de validade (ou o "best before", em inglês), havia etiqueta indicando 2011. Em três delas, porém, essa indicação estava sobreposta a outra, marcada no próprio rótulo, que apontava datas em julho ou setembro de 2009. O Código do Consumidor veta remarcação de validade.
Procurado, o gerente-geral da importadora Beers on the Table, Fabrizio Grasso, informou que não tinha conhecimento d a segunda marcação, que também teria passado despercebida pelas autoridades brasileiras. "Acreditamos que o produtor, que manda toda a documentação em ordem, teoricamente não mandaria um lote supostamente alterado. Mas mantemos a crença no bom-senso e na boa-fé da empresa."
A importadora informou que recolherá do mercado garrafas com sobreposição de validade e enviou ao Paladar certificados de análise da Green’s, nos quais a validade apontada é 2011, mas a data de produção informada coincide com a de validade inicial dos rótulos.
Problemas à parte, as cervejas da Green’s que chegaram ao Brasil, feitas com grãos como sorgo, arroz, trigo-mouro e painço, têm em comum alguma acidez e aroma, com notas que remetem ao cítrico e algo medicinal. Analisá-las é tarefa complexa, pela falta de outras cervejas da categoria no País - há a Estrella Damm Daura, importada pela Brazil Ways, lager de aroma adocicado e um pouco mais amarga.
Apesar da variedade de estilos, paradoxalmente os rótulos mais interessantes foram duas pale lagers, a Trailblazer e a Pioneer, leves, refrescantes e despretensiosas. Como a categoria é, infelizmente, marcada por cervejas sem muita personalidade, a dupla da Green’s acaba se destacando.
ma 'loura' leve para sons pesados
Seguindo a fórmula que ganhou destaque este ano nos Estados Unidos com a Badass Beer de Kid Rock, a banda brasileira de heavy metal Sepultura deve colocar no mercado, até o início de 2010, a Sepulweiss. Feita em parceria com a cervejaria paulistana Fábrica do Chopp, ela será uma weiss (cerveja de trigo), com 4,4% de teor alcoólico e refermentada na garrafa.
O mestre-cervejeiro Michael Trommer, responsável pela empreitada, conta que a ideia nasceu quando o baixista do Sepultura, Paulo Xisto, provou sua weissbier. "Ele adorou e disse ter lembrado de outra cerveja do estilo que tomou na Alemanha. Daí veio o projeto."
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